Jackson do Pandeiro

O Desordeiro

Jackson do Pandeiro


Era... O ZĂ© BrigĂŁo o rei da confusĂŁo
Aonde ele chegava sempre dava alteração
E não temia ninguém, ah... Seu ninguém!
Ultimamente ele fez uma quizomba lĂĄ no Morro do Urucum
Fazendo a raça beber sem querer
E a comer peixe cru
O ZĂ©... que se dizia uma parada dura
Sempre marcando a 38 na cintura
Desordeiro pra chuchu
Coisa... no Zé Brigão ninguém metia medo
Dizem que quando ele cismava apertava o dedo
Era mais um que ia pro caju...
Ontem o ZĂ© BrigĂŁo foi a favela do Esqueleto
Ao chegar deparou-se com um preto
Um tal de negrão, também valentão
NegrĂŁo ainda bem estava de zonzeira
E gritou dessa maneira... pro ZĂ© BrigĂŁo:
Hoje aqui ninguém vai dar fricote
VocĂȘ vai dar um pinote
Que eu quero ficar sĂł, sĂł...
O ZĂ© BrigĂŁo achou aquilo duro
Quando quis puxar o cĂŽco jĂĄ estava seguro
E acabou fechando o palitĂł!








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Enviado por:

Luiza - Rio de Janeiro
Compositor: Ricardo Lima Tavares (Maruim) (UBC)Publicado em 2008 (19/Ago) e lançado em 1989 (01/Ago)ECAD verificado obra #173404 e fonograma #46425347 em 03/Abr/2024

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