Não deixe que o mundo malvado destrua A força da sua mais nova canção Que o monstro sedento lhe oprima e lhe assuste Em seu desajuste, lhe roube a emoção
Não deixe que a dura visão do abandono Lhe torne tão louco como um cão sem dono Vagando na rua sem ser de ninguém
Que os galhos profundos dos golpes da vida Lhe tomem, se tornem eternas feridas De uma força maior que lhe afaste do bem
Porque a maldade, meu bem na verdade É o puro retrato da realidade Dos homens mais fracos que perdem a partida
Mais pelo contrário, reúna-se aos seus Quando e se puder faça as pazes com Deus Talvez uma luz lhe indique a saída
Compositor: Luis Augusto Martins Cortes (Lula Cortes) (SADEMBRA)Editor: Ayn Participacoes Ltda (UBC)ECAD verificado obra #753896 em 07/Abr/2024